Desfrutando da unção
2 Reis 2.12-13
Quando viu isso, Eliseu gritou: "Meu pai! Meu pai! Tu eras como os carros de guerra e os cavaleiros de Israel!" E quando já não podia mais vê-lo, Eliseu pegou as próprias vestes e as rasgou ao meio. Depois pegou o manto de Elias, que tinha caído, e voltou para a margem do Jordão.
Introdução
Falamos que Eliseu desfrutou da unção que estava sobre Elias porque sobre Eliseu havia Governo, ministério e serviço. Precisamos entender primeiramente o que é unção.
No sentido literal é o ato de aplicar óleo sobre alguém ou alguma coisa, untar com óleo; como se faziam com coisas consagradas e com sacerdotes, reis e profetas.
No sentido espiritual a capacitação dada por Deus a alguma pessoa, apta para cumprir uma missão específica, especial, dentro do propósito divino de Deus.
Quando estamos debaixo de uma unção marcada por uma cobertura espiritual (manto) existem situações que tentam impedir que esta unção prospere.
(1º) Somos questionados sobre o governo que está sobre nós (Governo de Deus e da unção que honramos)
(2 Reis 2.16-18) "Olha, nós, teus servos, temos cinqüenta homens fortes. Deixa-os sair à procura do teu mestre. Talvez o Espírito do Senhor o tenha levado e deixado em algum monte ou em algum vale". Respondeu Eliseu: "Não mandem ninguém". Mas eles insistiram até que, constrangido, consentiu: "Podem mandar os homens". E mandaram cinqüenta homens, que procuraram Elias por três dias, mas não o encontraram. Quando voltaram a Eliseu, que tinha ficado em Jericó, ele lhes falou: "Não lhes disse que não fossem?"
Resumo: após reconhecerem que o Espírito que estava em Elias repousou sobre Eliseu, acabaram rejeitando o governo profético sobre Eliseu. Ir atrás de Elias era o mesmo que rejeitar a nova proposta profética sobre Eliseu.
“Questiona – se o governo de Deus que estava sobre Eliseu e a unção de Elias que Eliseu honrava.”
(2º) Somos questionados sobre nosso ministério (Ministério recebido pelo governo manifesto pela unção)
(2 Reis 3.10-12) Exclamou, então, o rei de Israel: "E agora? Será que o Senhor ajuntou a nós, os três reis, para nos entregar nas mãos de Moabe?" Mas Josafá perguntou: "Será que não há aqui profeta do Senhor, para que possamos consultar o Senhor por meio dele?" Um conselheiro do rei de Israel respondeu: "Eliseu, filho de Safate, está aqui. Ele era auxiliar de Elias". Josafá prosseguiu: "A palavra do Senhor está com ele". Então o rei de Israel, Josafá e o rei de Edom foram falar com ele.
Resumo: O Rei de Israel juntamente com os Reis de Edom e Judá vão à guerra contra Moabe sem uma direção de Deus até que Josafá solicita a presença de um profeta para que pudessem consultar.
“Questiona – se o ministério de Eliseu e até onde ele honrava a unção recebida para exercita – lo.”
(3º) Questiona – se o serviço de Eliseu ( Serviço recebido pelo ministério para qual fora ungido)
(2 Reis 6.31) E ele disse: "Deus me castigue com todo o rigor, se a cabeça de Eliseu, filho de Safate, continuar hoje sobre seus ombros!"
Resumo: Havia fome em Israel profetizada por Eliseu e após um relato dramático de uma mulher o Rei de Israel fica indignado e resolve matar a Eliseu cortando – lhe a cabeça. A aplicação espiritual deste texto é interessante, pois é a cabeça que rege o corpo, ou seja, o corpo está a serviço da cabeça. Cortar a cabeça de Eliseu espiritualmente falando era impedi – lo de servir a Deus. Vemos isso sendo Cristo o cabeça e a igreja seu corpo nosso adversário tenta impedir- nos de servir a Jesus.
“A unção de Eliseu mostra de quem ele era servo.”
Conclusão
Tendo Eliseu confirmado o Governo, o Ministério e o Serviço que a unção sobre ele representava podemos entender que estamos no mesmo patamar por conta da sua atitude demonstrada no início do texto que lemos. Ao ver que Elias havia sido tomado ele rasga suas vestes e se veste com o manto de Elias. Rasgar as veste normalmente esta relacionada a arrependimento, na verdade, rasgar as veste no literal significar renunciar, ou seja, Eliseu rejeitou sua antiga unção para viver uma nova unção, ou um novo manto. (ex: Caifás)
Antes, sendo Israel a nação sacerdotal, se vivia debaixo da unção sacerdotal de Arão. A história relata que a unção de Arão fora de 7 dias representando uma unção permanente sobre suas gerações até o descanso ou o cumprimento desta aliança (7 = descaso = sabbath). Tendo o véu se rasgado no templo, encerra a aliança sacerdotal de Arão nos fazendo Reino e sacerdotes de uma aliança ainda maior em Cristo. Deixando a antiga unção e vivendo uma nova unção em Cristo Jesus.
Pr. Rodrigo de Almeida
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Mensagem: “Reerguendo um Reino de poder”
1 Coríntios 4.20
“Pois o Reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder”
O Reino que foi projetado no coração de Deus para nós, era um Reino que estava baseado num relacionamento pessoal de Deus, o Senhor com os seus filhos, era um Reino que estava selado pela doce presença de Deus próximo ao homem. Neste contexto de relacionamento o pecado original rompe as bases deste Reino e interrompe a ação que motivava o Reino. Quando pensamos a respeito do Reino que Jesus anunciava estar perto, percebemos que a sua morte no calvário eliminava o caminho antes destruído pelo pecado e reconstrói um novo e vivo caminho de acesso ao Pai e que o seu precioso sangue nos limpa do pecado permitindo que tenhamos novamente um relacionamento íntimo com o Pai por Cristo Jesus, selando esse relacionamento com o Espírito Santo.
Pensar em um Reino de Poder não é pensar num Reino baseado em milagres e sinais ou prodígios, mas pensar em um Reino de Poder é pensar em um Reino baseado no relacionamento profundo e sincero com Deus e que gera naqueles que o participam deste Reino uma transformação consolidada pelo Espírito Santo, capaz de transformar inclusive o meio em que estamos, quer sejam famílias, casas, pessoas e etc, tudo o quanto estiver ao alcance daquele que vive o Reino de Poder deve ser transformado. Lembre – se, o Reino de Deus é algo sobrenatural, não humano, por isso não está dimensionado a uma igreja local, é um estado gravado pelo Espírito, por isso o reino de Deus é um estado que encontra – se presente onde houver uma pessoa Cheia do Espírito Santo de Deus.
Para Reerguermos um reino baseado neste poder e não em palavra é necessário:
1º Restaurar os muros da Santidade (Neemias 1.3b “... e o muro de Jerusalém fendido e as suas portas queimadas a fogo.”)
Os muros representam proteção de uma cidade fortificada. Para Jerusalém, os muros representavam a fortaleza de uma cidade ‘Santa’. O tempo que vivemos hoje é um tempo de santidade rachada, seja infiltrada pelo pecada que irá levar o nosso muro de proteção a ruína e a queda. Precisamos entender que a única forma de estarmos longe das garras de satanás é manter nossas vidas debaixo da Santidade do Senhor, buscando ser Santos porque Ele é Santo, apresentado dia a dia nossas fraquezas, para que seu poder seja aperfeiçoado em nós e vivamos então de glória em glória então começamos a viver um reino de poder.
2º Restaurar as fonte que geram vida (João 4.14 “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.”)
Jesus nos ensina que devemos ser uma fonte que gera vida, que anunciam uma vida de restauração e que produzem para vida eterna. Quando o texto nos é apresentado, mostra que é dentro de nós que existe essa fonte, ou seja, pelo o Espírito que está em nós que jorraremos e geraremos vidas para eternidade, não através de palavras vãs, mas de ações que condizem com uma vida íntima com Deus, longe da aparência do pecado e do mal, sempre disposta a saciar quem dela desejar beber.
Concluímos então que um Reino de Poder existe pelo relacionamento íntimo e pessoal do homem como Senhor por meio de Cristo Jesus e autenticado pelo Espírito Santo, um Reino que mantém edificado os muros da Santidade e prontas a jorras as fontes de águas vivas.
Viva um Reino de Poder e assim nós:
“...tomaremos cidades fortificadas e terra fértil, e possuiremos casas cheias de toda a fartura, cisternas cavadas, vinhas e olivais, e árvores frutíferas, em abundância; e comeremos e nos fartaremos e engordaremos e viveremos em delícias, pela tua grande bondade. Neemias 9.25”
Pr. Rodrigo de Almeida
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
É tempo de Gerar
Pois nada é impossível para Deus. (Lucas 1.37)
Jesus olhou para eles e respondeu: "Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis". (Mateus 19.26)
* Introdução
Mitose é Processo de divisão da célula viva mantendo o mesmo número de cromossomas.
“O que a mitose tem a ver com a nossa palavra desta manhã?”
Quando pensamos em gerar logo pensamos na gestação de um bebê, pensamos em gravidez, mulher grávida e etc. É nesse ponto que a mitose é importante. Para se formar um feto é preciso que um óvulo seja fecundado se tornando um ovo e comece a se multiplicar até formar um feto e logo em seguida chegue a nascer uma criança perfeita.
Porém todo esse processo aos nossos olhos não é algo muito simples, ao olhar uma criança formada se torna muito complicado acreditar que ela foi apenas um óvulo. Isso é difícil para nós em dias atuais onde temos milhares de exames que mostram dia a dia o crescimento da criança, mas não é um questionamento atual. Veja o que diz Salomão em Eclesiastes 11.5.
Essas obras precisam ser geradas em nós, nos nossos corações, precisamos estar grávidos e começar dentro de nós uma multiplicação para que possamos obter o resultado final que são os nossos sonhos, projetos e loucuras.
* Sonhos (Gênesis 37.5; 9).
Quando temos algum sonho é necessário expor os nossos, especialmente para Deus. É verdade que o Senhor é capaz de sondar nossas mentes, mas é preciso que coloquemos diante d’Ele o que temos sonhado. É importante lembrar que Deus não sonho, mas dotou o homem com esta capacidade, pois o sonho é a geração mental de nossos desejos.
* Projetos (1Crônicas 29. 1-3).
Para que nossos sonhos se concretizem é necessário que sejam aplicados ou projetados. O projeto é a maneira prática de se estabelecer um sonho. Davi não podia construir o templo do Deus Vivo por divina instrução, contudo proporcionou a Salomão tudo o necessário para que a obra fosse realizada.
(Texto adicional Isaías 55.10 – Deus executa seus projetos sem voltar atrás)
* Loucuras (1Crônicas 1.27)
Que loucura é essa que desejamos falar senão a fé. Quando temos sonhos e aplicamos seus projetos, precisamos exercitar estes ainda não tenham ocorrido. Loucura é agir com se algo existisse mesmo que ele ainda não esteja lá. Loucura para José era contar para seus irmãos pai e mãe o seu sonho e se ver nele; para Davi era oferecer tudo o que tinha como se o templo já estivesse lá. Loucura para nós é gerar em nosso coração aquilo que esperamos que se realize e vê-los realizado.
* Encerrar com Salmo 102. 18 – 22.
* Ato Profético e Clamor
Ore por seu bairro, por sua cidade, profetize a queda do carnaval, declare nome por nome de sua família salvo, viva como se eles já estivessem salvos, tenha atitudes de servo de Deus para com eles; visualize todos convertidos, comece a gerar almas em seu coração. Tenha SONHOS, PROJETOS E LOUCURAS.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Que coroa Você tem usado?
João 19. 1 – 5
Então Pilatos mandou açoitar Jesus. Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a puseram na cabeça dele. Vestiram-no com uma capa de púrpura, e, chegando-se a ele, diziam: "Salve, rei dos judeus!" E batiam-lhe no rosto. Mais uma vez, Pilatos saiu e disse aos judeus: "Vejam, eu o estou trazendo a vocês, para que saibam que não acho nele motivo algum de acusação". Quando Jesus veio para fora, usando a coroa de espinhos e a capa de púrpura, disse-lhes Pilatos: "Eis o homem!"
Jesus aqui está próximo de sua crucificação, preso, em julgamento, maltratado, um Rei sobre todos, humilhado por aqueles que ele desejava salvar.
Em Mateus 4.17 Jesus começa a pregar dizendo que chegado era o Reino dos céus. João Batista começa a anunciar o Reino e Jesus neste tempo a implantar o Reino. Jesus apresentou – se ao povo com alguém digno de reinar.
1° Atendeu as necessidades do povo (curou enfermo, alimentou multidões, expulsou demônios e etc.);
2° Orientou e ensinou o povo (anunciando o evangelho e ensinou as escrituras);
3° Cumpriu a lei e fez uma aliança com o povo (realizou um sacrifício único e verdadeiro cumprindo a lei e nos aliançou com Ele em seu sangue).
Jesus fez – se diante dos homens merecedor do reino que estava preparado desde a fundação do mundo. Chegamos nesse ponto a história no auge da implantação reino, o tempo do reconhecimento do trono que deve ser dado a Jesus.
O momento do reconhecimento do Rei é algo fora do comum. É necessário que haja alguns personagens para que isto aconteça:
A) Os líderes do povo precisam estar presentes;
B) É necessário um número considerável de pessoas presentes;
C) É necessário presença de autoridades religiosas;
D) É necessária a presença de uma autoridade política;
E) É necessária aclamação.
No caso de Jesus sua situação era adversa. Os líderes do povo estavam lá (Fariseus, Saduceus e Escribas); um número grande de pessoas (Judeus e Romanos); o Sumo sacerdote e os demais Sacerdotes (Caifás e Anás); Pilatos (também passou por Herodes); o povo desejava sua condenação.
Ainda pensando neste fato, o momento mais sacro para um Rei é sua coroação. A coroa é o símbolo máximo de Poder. A coroa de um Rei representa a Glória do reino. Quanto mais vitorioso era o reino, mas pedras preciosas havia na coroa do Rei. Um dos tesouros mais valiosos do mundo é passado de geração em geração a família real Britânica que é a coroa oficial do reino britânico usado pelo Rei George IV e usada também na posse da Rainha Elizabeth II que é também o bordão da moeda inglesa atual com a foto da rainha e sua coroa, ela consta de 1333 diamantes formada de uma peça única, tão pesada que a rainha não a usa mais tamanho seu peso.
O momento em que Jesus é apresentado ao seu povo para recebê-lo é quando Ele está preso e as honrarias que recebidas são feitas por zombaria através de soldados Romanos. A coroação é o momento mais esperado do reinado. A coroa é posta sobre a cabeça do Rei de modo solene e suavemente enquanto todos se dobram diante dele.
Jesus foi vestido com um manto púrpura (vermelho escuro) cor que era símbolo do Império Romano, profanando seu Reinado e o seu Reino Celestial. Uma cana ou caniço foi posto na mão de Jesus, a cana era símbolo de fragilidade por não servir de apoio, que nela se apoiava estava sujeito a cair, pois, a tendência da cana era quebrar e, por fim, lhe colocaram na cabeça uma coroa de espinhos.
Segundo o livro “E a Bíblia tinha Razão...” de Werner Keller – Editora Melhoramentos - pagina 330 diz o seguinte: ‘Sábios admitem que a coroa usada por Jesus foi entretecida com o “ESPINHEIRO –DE-CRISTO” (Zizyphus sipina Christi) daí o se nome. O “ESPINHEIRO-DE-CRISTO” é um arbusto ou pequena árvore de 3 a 5 metros de altura com ramos brancos flexíveis. A forma de suas folhas tem cada uma três fortes espinhos voltados para trás. Segundo o botânico Dr. G.E. Post esta planta cresce nos arredores da antiga Jerusalém e, sobretudo onde deveria ser o local do gólgota.
Na Bíblia os espinhos são apresentados como uma expressão de sofrimento e de dor. O contexto pleno de espinhos na Bíblia é a Conseqüência do pecado, este é o significado mais completo para espinhos na Bíblia.
Exemplos: Gênesis 3. 17-18 / Números 33. 51-56 / Provérbios 22.5 / Mateus 7.16 / 2Coríntios 12.7
Jesus usou uma coroa de espinhos para que não só o seu pecado fosse apagado, mas para que também a conseqüência do pecado fosse completamente retirada de sua vida (Romanos 6.23).
Jesus usou uma coroa de espinhos para que nós usássemos:
1° Uma coroa de justiça (2Timótio 4.8)
2° Uma coroa de vida (Tiago 1.12)
3° Uma coroa de Glória (1Pedro 5.4)
Encerrar com Apocalipse 3.11
Para Célula
Aos amados irmãos Líderes de célula. Quero de deixar para os irmãos algo que não será citado na Ministração desta noite exatamente para que seja usado como complemento em suas células. Amados, dentro da visão celular onde se é utilizada a Palavra pregada no domingo em nossas reuniões é uma orientação para o pregador que deixe algo a ser falado nas células de modo que a pessoas que acaba de ouvir a mensagem sinta o desejo de continuar ouvindo na sua reunião e não apenas ser lembrado de tudo o que foi dito de púlpito. Portanto, sinto uma direção de Deus para lhes dar não só este estudo que foi feito para ser Ministrado à congregação, mas, uma parte para que seja enfatizado em seus grupos como ganho evangelístico.
*Não há relatos bíblicos de que Jesus foi crucificado tendo ainda a coroa de espinhos em sua cabeça, portanto a imagem feita de um Jesus com uma coroa é ainda mais equivocada.
* Os espinhos têm representação da conseqüência do pecado, portanto, apresenta- nos diante de Deus limpos não só de nossas dívidas, mas também livres de uma consciência sofrível por conta deles.
* Jesus usou os espinhos em sua cabeça, pois é onde somos mais afetados pelo pecado que é nossa mente, onde há as maiores batalhas, não sendo crucificado com a coroa, entendemos que temos uma mente renovada em Cristo e cativa a Ele. (Romanos 12.1-2).
Deus abençoe e Boa Célula.
Esteja preparado para o grande mover de Deus em ti.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Convite à Adoração III
O que está ao nosso encargo?
A palavra de Deus em 2 Co1.22 diz: "o qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações." Observando esta palavra, entendemos que o Espírito Santo é o penhor. Este termo nos traz o sentido de Fiança, Depósito, Garantia; isto nos remete ao pensamento de qual é o propósito de Cristo para nós aqui nesta terra. O desejo do Senhor quando nos enviou o seu Espírito era de que não ficaássemos órfãos segundo o Evangelho de João, mas isso por um motivo muito simples. O penhor, nos dá uma garantia de antegozo das coisa que experimentaremos na eternidade.
Lembro - me do ensinamento de Jesus em Mateus 25.14 - 30 quando no texto conhecido como dez talentos, um dos servos, recebe uma parte dos bens de seu senhor e não faz uso deste bem e não o multiplica, este ao devolve - lo, tem a triste notícia de que seria lançado onde há choro e ranger de dentes. Isto é uma sombra do texto que falamos no início quanto ao penhor, o Espírito é como o talento que nos foi dado, precisou utiliza - lo e multiplica - lo, de modo a termos o Espírito comandando ou inundando todo nosso ser, desta maneira, vindo o Senhor da Vinha, encontrará seu talento multiplicado em nós e de fato experimentaremos do gozo celeste aqui em nossos dias.
Viva com o que o Senhor Jesus te deu de melhor que é o Seu próprio Espírito, para que você desfrute hoje, do que tem preparado para ti na eternidade.
Seja Radical!
Viva na condução do Espírito Santo.
Pr. Rodrigo de Almeida (Líder da Rede de Jovens da SIB na Taquara)
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Convite à Adoração II
Olhando para o texto de 2Samuel 6. 13 e 14, Davi trazia a Arca de Deus para Jerusalém, para colocá - la sob a tenda que havia ali construído para habitar a Arca e o texto diz que a cada seis passos Davi e o povo que com ele estava sacrificavam ao Senhor Deus de Israel e Davi dançava perante a Arca e diante dos olhos de todo o povo.
O que nos chama atenção no texto e o que apresenta o teor da adoração que Davi expressava está no v. 14; ele dançava com toda sua força e vestido de uma estola sacerdotal. Devemos analisar dois aspectos então deste texto.
1. Davi dançava com todas as suas forças (v.14a) - A adoração que era apresentada diante de Deus e diante do povo que havia levantado Davi rei sobre eles era uma adoração tão genuína que o escritor frisa que era com todas as suas forças. Podemos entender pelo texto que Davi dançava como que entregava sua própria vida em sacrifíio de louvor a Deus. Para o povo Judeu a dança era um ato de celebração e regozijo e não de sensualidade como entendeu Mical. O que Davi apresentava naquele momento era sua alegria por sacrificar - se diante do Senhor e diante da aliança d'Ele com Israel. A Arca era símbolo da presença de Deus e diante dela era oferecido o sacrifício anual da expiação. Davi apresentava sua adoração como expiação em forma de dança, um sacrifício vivo perante o Deus de toda terra.
2. Estava vestido de uma estola sacerdotal (v.14b) - Davi era Rei em Israel, escolhido e ungido por Deus, porém Davi compreende que o Senhor o havia chamado para oferecer sacrifícios de louvor e de gratidão, portanto o Rei se veste com veste sacerdotais, pois apenas um sacerdote poderia oferecer sacrifícios e oferece diante da presença do Senhor o seu sacrifício de louvor, de adoração, de gratidão e de paz.
Olhando para o texto de 2Samuel 6. 13 e 14, Davi trazia a Arca de Deus para Jerusalém, para colocá - la sob a tenda que havia ali construído para habitar a Arca e o texto diz que a cada seis passos Davi e o povo que com ele estava sacrificavam ao Senhor Deus de Israel e Davi dançava perante a Arca e diante dos olhos de todo o povo.
O que nos chama atenção no texto e o que apresenta o teor da adoração que Davi expressava está no v. 14; ele dançava com toda sua força e vestido de uma estola sacerdotal. Devemos analisar dois aspectos então deste texto.
1. Davi dançava com todas as suas forças (v.14a) - A adoração que era apresentada diante de Deus e diante do povo que havia levantado Davi rei sobre eles era uma adoração tão genuína que o escritor frisa que era com todas as suas forças. Podemos entender pelo texto que Davi dançava como que entregava sua própria vida em sacrifíio de louvor a Deus. Para o povo Judeu a dança era um ato de celebração e regozijo e não de sensualidade como entendeu Mical. O que Davi apresentava naquele momento era sua alegria por sacrificar - se diante do Senhor e diante da aliança d'Ele com Israel. A Arca era símbolo da presença de Deus e diante dela era oferecido o sacrifício anual da expiação. Davi apresentava sua adoração como expiação em forma de dança, um sacrifício vivo perante o Deus de toda terra.
2. Estava vestido de uma estola sacerdotal (v.14b) - Davi era Rei em Israel, escolhido e ungido por Deus, porém Davi compreende que o Senhor o havia chamado para oferecer sacrifícios de louvor e de gratidão, portanto o Rei se veste com veste sacerdotais, pois apenas um sacerdote poderia oferecer sacrifícios e oferece diante da presença do Senhor o seu sacrifício de louvor, de adoração, de gratidão e de paz.
O Rei Davi compreendeu que Israel é um Reino de sacerdotes, escolhido por Deus para apresentar diante d'Ele uma adoração contínua e um sacrifício vivo diante da Sua presença e assim Davi procedeu, um Rei, em vestes sacerdotais, ou seja, um Reino de Sacerdotes.
Vista - se da adoração que nos faz Reino e sacerdotes de Cristo nesta Terra e você será Radical.
e nunca esqueça que Radical é Ser Livre!!!
Deus te conceda Graça e Paz da parte de Cristo Jesus nosso Senhor.
Pr. Rodrigo de Almeida (Líder da Rede de Jovens da SIB na Taquara)
sábado, 10 de outubro de 2009
Um Convite à Adoração.
Em 1 Cronicas 25.1 Davi ordena os cantores em suas ordens para ministrarem continuamente ao Senhor no templo que Salomão havia de edificar. Eles estavem divididos em turnos, segundo suas casa ou famílias para ministrarem. O Texto apresenta os filhos de Asafe, Hamã e Jedutum para profetizarem com harpas, alaúdes e com saltérios. o que há de interessante neste texto são três aspectos:
1. Davi entende a nescessidade de manter - se uma constante adoração ao Deus Todo - Poderoso, entronizando - O em meio aos louvores, pois assim erano céu, onde o Seu Deus, o Deus de Davi e nosso Deus era entronizado pelos Querubins; Salomão mediante esta palavra aplica no Templo, nas paredes onde haveria de ficar a Arca da Aliança formas de Querubins para que expressassem a mesma adoração celestial.
2. Davi entende que o louvor e os instrumento consagrados, assim como aqueles que estavam separados para o ministério levitico, precisavam sobr tudo serem profetas dispostos a ministrarem segundo a vontade de Deus, pois o profeta não fala de si mesmo, mas segundo a Palavra daquele que o enviou;
3. Davi, havendo experimentado no passado o poder do louvor para libertar Saul de um espírito maligno quando este Davi tangia a harpa, aplicou sobre Jerusalém e sobre a terra de Judá um mover de adoração que protegia espiritualmente a cidade, pois ele sabia que a adoração ao Deus Vivo manteria a cidade e o país sobre o manto da Glória de Deus e que principados e potestades não poderiam penetrar na atmosfera que eles compunham através da adoração.
Precisamos compreender o que o nosso louvor, ou uma vida de louvor e adoração verdadeira nos permite exercer diante do nosso Senhor e Deus, a saber Cristo Jesus. Essa intensa adoração que permeará nossos lábios e atitudes que exultarão e bendirão ao Senhor nos farão entronizá - lO e entronizar é literalmente 'por no trono', fará de nós profetas e por fim nos porá debaixo do manto da Glória de Deus livres da ação do nosso adversário.
Deus vos conceda Graça e Paz da parte do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém!
Pastor Rodrigo de Almeida
Líder da Rede de Jovens da Segunda Igreja Batista na Taquara - JPA
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