Assim que Salomão acabou de orar, desceu fogo do céu e
consumiu o holocausto e os sacrifícios, e a glória do Senhor encheu o templo. Os
sacerdotes não conseguiam entrar no templo do Senhor, porque a glória do Senhor
o enchia.Quando todos os israelitas viram o fogo descendo e a glória do Senhor
sobre o templo, ajoelharam-se no pavimento, chegando o rosto ao chão, adoraram
e deram graças ao Senhor, dizendo: "Ele é bom; o seu amor dura para
sempre".
2 Crônicas 7:1-3
Introdução
Eu estava
pensando e observando um objeto que considero muito curioso que é o imã. Ele é
um objeto que gera um campo magnético ao seu redor que provoca atração com metais.
Todo imã é considerado dipolo, ou seja, possui sempre dois polos magnéticos um
norte e outro sul, sendo que o polo sul sempre atraí o polo norte magnético e
ao mesmo tempo o polo sul repulsa o polo sul. O polo norte é o polo magnético,
ou seja, é onde se encontra o poder para atração e por isso o polo sul é
atraído a ele.
Pude observar a
semelhança que temos com este objeto fantástico no tocante a pessoa de Deus.
Assim como o imã é uma peça única em si mesmo, ou seja, mesmo que partido ele
se torna um imã menor com mesmas propriedades e não dois objetos diferentes,
Deus é também uma peça única. Nós fomos gerados a Sua semelhança (Gênesis 1.26
– 27), ou seja, gerado a partir dele, recebemos suas característica e assim
como o imã Deus também tem um lado que atraí e um lado que repulsa. O “polo
magnético” de Deus sempre está direcionado para nós e sua expectativa é que
nosso polo sul seja atraído através da adoração (João 4.23 – 24) já que fomos
partidos Dele pelo pecado, contudo muitas vezes, por conta do pecado, tentamos
nos equivaler a Deus e apresentamos para Ele nosso polo norte, dizemos que
temos nossa própria força e assim somos repulsados pelo polo sul de Deus que
não suporta o pecado. Jesus, em sua obra vicária tem o poder de inverter os
polos e nos redirecionar de modo a sermos atraídos a Deus novamente.
Sobre o Texto.
Este é um texto dos
mais belos do Antigo Testamento, onde o Rei Salomão encerra uma grande festa de
dedicação a Deus após a construção do Templo do Senhor. Salomão neste texto
consagra o templo, adora com músicas e ações de graças e participa ao povo da
comunhão e a manifestação de Deus ocorre de formas espetaculares como a nuvem
(Shekkinah), presença da glória, que enche o templo ou ainda com a oração
respondida pelo próprio Deus. Vale ressaltar o nível de comunhão expressa
nestes versículos, visto que não carecia da presença de um profeta no meio do
povo e para Salomão, Deus falava diretamente com o Rei.
Como Atrair o coração de Deus
Existem alguns
ensinamentos importantes neste texto que mostram como atrair o coração de Deus
e é o que vamos observar agora.
1.Ofereça sacrifícios pacíficos ou de
comunhão (v.5) Salomão oferece 22 mil bois e 120mil cordeiros ou ovelhas. O
sacrifício pacífico era um sacrifício de comunhão onde não apenas o sacerdote
podia partilhar como também o povo que se encontrasse presente. Na Bíblia a
referência ao número mil diz com respeito a algo completo, inteiro,
perfeitamente pleno. Salomão oferece 22 mil bois para as famílias sacerdotais,
1000 bois para cada família e 120 mil cordeiros, dez mil para cada tribo de
Israel, portanto 10 vezes a plenitude ou a perfeição para a comunhão. O que
Salomão dizia com este sacrifício era: Só
podemos atrair o coração de Deus se a minha adoração tiver comunhão com a
sua.
2.Manter uma postura firme (v.6) Após
partilharem da adoração através da comunhão do sacrifício, eles assumiram uma
postura na ação de graças. O louvor era manifestação das ações de graças do
povo. Ao colocar - se de pé eles diziam: Estamos
prontos a te receber.
3.Alegrar – se continuamente (V.10) Quando
o povo foi para casa, muitos deixando Jerusalém e indo a partes distantes da
terra de Israel, foram jubilosos, adorando, cheios de graça, felizes. Isso
demonstra que: não importa onde você
esteja, nem o que estiver vivendo o seu coração se alegra no Senhor.
Conclusão
Jesus muda
nossas circunstâncias assim como neste teto trazendo até nós comunhão com o Pai, nos colocando de pé e enchendo a nossa vida
com alegria. Agora o que ouvimos é
Deus nos Responder dizendo que se tão somente chamarmos a Ele e nos
arrependermos dos maus caminhos Ele sara a nossa terra (1Crônicas 7.14)
Como
de costume, Jesus foi para o monte das Oliveiras, e os seus discípulos o
seguiram. Chegando ao lugar, ele lhes disse: "Orem para
que vocês não caiam em tentação”. Ele se afastou deles a uma pequena distância,
ajoelhou-se e começou a orar: "Pai, se queres, afasta de mim este cálice;
contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua”. Apareceu-lhe então um anjo
do céu que o fortalecia. Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente;
e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão. Quando se levantou da
oração e voltou aos discípulos, encontrou-os dormindo, dominados pela tristeza.
"Por que estão dormindo?”, perguntou-lhes. "Levantem-se e orem para
que vocês não caiam em tentação!”
Lucas 22.39-46
* Introdução
Dedicação é algo
muito exigido para cada um de nós especialmente nos relacionamentos, quer nos relacionamentos
afetivos ou fraternais, quer nos relacionamentos sócios - econômicos. Qual é o
propósito ou o sentido da dedicação? No
dicionário é: Desprendimento de si
próprio em favor de outro ou de alguma ideia; consagração. No Hebraico é: usado para apresentar ou oferecer a Deus
algo. A palavra hebraica para dedicação é “CHANUCÁ”. Hoje o chanucá
hebraico é uma grande festa celebrada em 8 dia no mês de Kislev em meio ao
nosso dezembro e é chamado de ‘festa das luzes’, festa esta que historicamente
se atribui a Judas Macabeu e seus irmão quando da retomada de Jerusalém por
volta de 160 a.C consagrou ao Senhor o
templo e os altares assim como objetos antes profanados e reacendeu os candelabros
do templo celebrando por 8 dias o ocorrido. Portanto, dedicação é ofertar o que nos é de grande valor ao Senhor. Um
grande exemplo de dedicação na bíblia se encontra em Gênesis 22.2 onde Abraão é
ensinado pelo Senhor sobre dedicação quando este pede seu filho único.
* Sobre o texto
Aqui podemos ver
Jesus nos ensinando sobre dedicação ou chanucá, pois vemos Jesus dedicando ou
consagrando nossas vidas ao Pai sendo Ele mesmo a oferta, porque sempre que
algo era dedicado a Deu sou ao templo uma oferta era entregue. Nós fomos dedicados
ao Senhor, e Jesus foi nossa oferta. Jesus se oferece ao Pai por nós, Jesus se
oferece pelo pecado em nosso lugar, Jesus se oferece para morte que nos cabia.
* Tempo de dedicar.
1.Dedique o que há de melhor (Lucas 22.39) A
dedicação de Jesus não fora momentânea ou apenas por um motivo específico, mas
era costume de Jesus dedicar – se ao Senhor. Não entregue migalhas do que há em
você.
2.Suporte o peso da sua oferta (Lucas 22.44) Para
dedicar sua vida ao Senhor e nossas vidas a Deus, Jesus precisou carregar
nossos pecados; muito mais do que a cruz ou do que açoites, Ele recebeu nossos
pecados. Carregue o peso da tua oferta de dedicação.
3.Saiba o fundamento e o resultado da tua
dedicação (Lucas 22.45) Jesus sabia de onde havia vindo e para onde ia
dedicando assim sua vida por nós e não vacilou em prosseguir. Siga em frente,
pois além do madeiro há vida eterna.
* Conclusão (Isaías 53.4-7)
Ele Levou sobre si, como na dedicação do antigo,
toda nossa dor e sofrimento ainda nos abriu um caminho de acesso ao Pai que é
novo e vivo. Basta – nos seguir o mesmo exemplo e nos dedicar ao Senhor. Jesus
disse: “EU SOU A LUZ DO MUNDO (João 8.12).” Ele é a tua festa das luzes a tua
dedicação.
Pr. Rodrigo de Almeida
Shalom!
sábado, 30 de junho de 2012
O que ELE deseja
é o teu Coração.
Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração,
e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças;
este é o primeiro mandamento.
Marcos 12.30
Introdução
Dentro de
toda história da humanidade, acordos e tratados foram assinados e firmados. Por
exemplo, no dia 24 de Junho foi eleito o novo presidente do Egito Mohammed
Mursi e no dia seguinte a proclamação deste novo presidente, Shimon Peres,
presidente do Estado Israelense declarou: “Esperamos que ele (Mursi) leve em
consideração o acordo de paz que temos com o Egito.” Pactos e alianças cravejam
a história da humanidade de forma variada e selam a nossa história. A Bíblia
está repleta destes pactos e alianças como, por exemplo, em Gênesis 24.2 – 3, onde Abraão faz seu
servo jurar ‘pondo a mão embaixo de sua coxa’ que não tomaria mulher para
Isaque entre os cananeus (neste texto, alguns teólogos creem que originalmente
a mão era colocada segurando os testículos do que fazia jurar pelo
juramentista), esta era uma forma de mostrar o peso e a responsabilidade do
juramento. Outro exemplo muito comum de alianças ou pactos tratado na Bíblia
está contido em 2 Crônicas 13.5, onde
fala – se de uma aliança de sal; muito comum quando se fazia um acordo com
alguém dar – se um punhado de sal entre as partes, visto que o sal era usado
para conservar alimentos, dizia – se que aquele acordo seria conservado pelas
partes. Dentro do contexto que estamos tratando precisamos entender a diferença
entre PACTO e ALIANÇA. Pacto é um Ajuste, convenção, acordo ou tratado enquanto Aliançaé um Laço eu prende duas ou mais partes;
laço que prende duas pessoas pelo casamento; anel liso que sela o casamento ou
compromisso. Olhando para estes argumentos percebo que Deus se manifesta
para com o homem propondo para ele um PACTO, quando nos dá um tratado ou um
acordo, uma Lei natural, na qual fomos criados n’Ele e para Ele (Romanos 11.36“Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a
ele eternamente. Amém.”) e também nos oferece uma ALIANÇA na qual
fomos selados pelo Espírito Santo (Efésios
1.13“Em quem também vós estais, depois que ouvistes a
palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido,
fostes selados com o Espírito Santo da promessa.”) mediante o sangue do cordeiro
vertido no Calvário no qual reconcilia todas as coisas (Colossensses 1.20 “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz,
por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão
na terra, como as que estão nos céus.”). O que nos chama atenção é
que em toda a Bíblia Deus é quem está nos oferecendo quer sejam pactos ou
alianças com a intenção de nos reconciliar a Ele, contudo em ambos os aspectos
deve haver uma reciprocidade da outra parte em oferecer também algo para que o
pacto ou a aliança seja firmado. Um Pacto ou uma Aliança nunca poderá ser
selado apenas por uma das partes. Para que haja pactos ou alianças todas as
partes devem estar completamente envolvidas. No Reino de Deus
não Existe Pacto ou Aliança Unilateral.Hoje podemos experimentar e viver a
Aliança feita por Cristo conosco que ofereceu sua vida calvário, ou seja, nesta
aliança Jesus oferece – nos o seu sangue que nos limpa de todo pecado (1 João 1.7) e a pergunta seria: o que
oferecer para selar está aliança já que esta aliança não poderá ser selada com
mão sob a coxa ou sal. O que Ele deseja
é o teu coração!
Sobre o texto
Neste texto
Jesus é interrogado, assim como no texto correlato de Mateus 22.37 por Saduceus
quanto à ressurreição e Jesus os faz calar e logo em seguida os Fariseus
interrogam Jesus quanto o Maior de todos os mandamentos; os Fariseus zelosos da
lei especialmente das tradições judaicas esperavam ouvir algo quanto em que
pudesse pegar Jesus no contrapé, contudo Jesus dá – lhes uma resposta de forma
ainda mais profunda. Quando Jesus cita Deuteronômio
6.5 Jesus lhes dá uma lição ainda mais profunda do que toda a sua lei e sua
tradição. Amar a Deus está não somente no campo legal ou da lei, precisa estar
contido no entendimento e na alma além de exigir toda a sua força e por isso
deve ser de todo o coração. Vamos entender o que é o coração em diversos
aspectos para entender por que Ele deseja nosso coração para selar esta
aliança.
O Coração
ØPara
Medicina é: s.m. Anatomia. Órgão torácico, oco e
muscular, de forma ovóide, que é o elemento motor central da circulação do
sangue. Responsável pela
manutenção e dos demais órgãos pela circulação sanguínea. Órgão vital. Músculo
mais forte do corpo. (fonte: Dicionário de português/concordância Dicionário de
Medicina)
ØPara
Psicologia: O coração é o símbolo daquilo que não pode ser controlado nem pelo
intelecto nem pela vontade. (Fonte:
Rede Psi – portal de psicologia de caráter informativo – Responsáveis Dr.
Eduardo Villarom Helene e Dr. Oliver Zancul Prado, SP).
ØPara
Teologia: “A parte central em geral, o íntimo,
e assim o homem interior, conforme se manifesta em todas as suas diversas
atividades, nos seus desejos, afeições, emoções, paixões, objetivos, seus
pensamentos, percepções, imaginações, sua sabedoria, conhecimento, habilidade,
suas crenças e seus raciocínios, sua memória e sua consciência de si mesmo”. Fonte:
Journal of the Society of Biblical
Literature and Exegesis(Revista
da Sociedade de Literatura e Exegese Bíblicas), 1882, p. 67.
ØOBS: para
os apaixonados: FOTO
ØResumo: O coração
é identificado como centro das emoções, dos sentimentos e da razão ainda que a
razão do coração não seja totalmente racional. Mesmo sendo apenas um órgão
muscular, está subentendido que todo contexto da mente e do pensamento passam
por ele, podendo ser identificado com a alma.
Aplicação Pessoal
Precisamos
compreender que para se selar uma aliança com Deus mediante Cristo Jesus é
preciso entregar a Ele nossa parte neste ato já que Ele nos dá a sua parte, a
saber, seu sangue derramado por nós e nossa parte nesta aliança é nosso Coração. Contudo este coração não é apenas um
coração muscular, nem apenas sentimentalismo, mas todo um profundo entendimento
de que nossa vida está sendo entregue a Ele. Entregar o coração exige Uma entrega completa (Romanos 12.1): Um
culto racional aponta para coração no que tange a Razão visto que o culto só é
racional, quando há um sacrifício vivo, santo e agradável.O sacrifício de Jesus por nós foi aceito por que apresentou uma
oferta Viva e Santa tornando – se agradável a Deus. Não podemos entrar nesta aliança sem entregarmos ao menos o mesmo que
por nós foi entregue: A Própria Vida.
No texto
inserido como base para nosso entendimento fala que havemos de amar a Deus com
todo nosso Coração, mas explicita que o devemos fazer com a alma, entendimento
e força, que são os aspectos do coração nos quais o correlacionamos e por isso
entendemos que devemos fazer é entregar nossa própria vida.
Conclusão
Jeremias
29.13 diz que somente de todo coração é que podemos encontrar o Senhor e
ser encontrado por Ele e desta forma fazer com Ele uma aliança.
Porque um menino nos
nasce, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome
será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;
Isaías 9.6
Introdução
Quando olhamos
para este texto podemos observar Deus trazendo uma apalavra de esperança para o
povo de Israel. A promessa estava baseada não só em um plano de libertação
territorial, ou mesmo de uma estruturação do Reino de Dravídico, mas fala – nos
de uma libertação plena e eterna, mediante aos atributos relacionados ao
Messias, a Jesus. Portanto se pusermos em comparação este texto com Lucas 1.30 ao 33 poderemos ver que
Maria não esta apenas grávida de um menino, ou de um Jesus qualquer, “ela gerava toda esperança de um povo.”
Durante toda
história de Israel desde Moisés o Messias era esperado (Deuteronômios 18.18), neste texto de Isaías que temos por base ele
é novamente anunciado, vários personagens da história de Israel apontam para
Ele, mas quando este veio a nascer e anunciar suas palavras ao povo, que há
tanto tempo o aguardava, eles não o ouviram.
Quando temos uma promessa de Deus
precisamos estar atentos ao agir de Deus e suas manifestações para que quando
recebermos a promessa não venha despreza – lá.
Como guarda a sua promessa.
1.Aprenda a olhar os sinais (Mateus 16.2 – 3)
Deus se manifesta através de coisas simples e naturais, quase sempre
estamos esperando que cai “canivetes do céu’ para sabermos que Deus está se
manifestando, quando Deus em sua simplicidade se mostra grandioso.
2.Não limite o poder de Deus (Efésios 3.20) É
impossível limitar o poder de Deus. Contudo agimos “limitando” este poder
quando não creditamos a Deus os feitos de suas mãos. Creditamos a nós mesmos ou
a outro aquilo que Deus por seu excelso poder realizou.
3.Não diga para Deus o que Ele deve fazer
(Isaías 55.8) Quando “ditamos” para Deus como deve ser em nossas vidas,
impedimos nossos olhos de reconhecer os caminhos e planos de Deus para nós.
Conclusão
Se deixarmos o
Senhor nos conduzir poderemos reconhecer a promessa mesmo sem vê – La, e
sentirmos a procedência de Deus pela resposta do Espírito Santo em nós
testificando e confirmado a promessa como em Lucas 1.41.
Pr. Rodrigo de Almeida
Shalom!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Lutando por nossas Famílias.
Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó para que tires o meu povo do
Egito.
Êxodo 3:10
Introdução
Quando
entramos pelas portas do Evangelho muitas são as lutas que enfrentamos dentro
do nosso lar. É dentro de nossa casa que temos maior dificuldade para
demonstrar que somos agora nova criatura. O testemunho pessoal é sempre
afligido por palavras como: “Crente pode
isso”, “Seu pastor sabe disso”, “é assim que você é na igreja” e etc. Somos
cercados de uma grande Nuvem de Testemunhas (Hebreus 12.1) e existe uma expectativa, especialmente dentro da
nossa casa sobre o nosso proceder, deste modo começamos a travar uma guerra
espiritual para vencer junto a nossas famílias. Para ilustrar nossa Luta dentro
de casa e as artimanhas que enfrentamos usaremos o povo de Israel e sua saída
do Egito para aplicar a nossa luta diária e ver como podemos vencer.
Sobre o Texto
Neste
texto que estamos tratando Deus chama a Moisés para livrar Israel do poder e da
opressão do Egito. Deus usa de ações miraculosas para que Moisés possa
demonstrar ao povo e a Faraó que o Senhor tinha planos para Israel como sendo
sua Família, contudo a história do êxodo não foi fácil, existiram grandes
batalhas e muitas lições a serem tiradas. Neste relato temos personagens que
serão nossa base de discussão neste tempo: Moisés,
Faraó, Egito e Israel, estes nos servirão de base para esta aplicação,
portanto: Moisés = Eu e você (Nós) /
Faraó = Adversário; satanás / Egito = O mundo / Israel = Nossas Família que
precisam ser Libertas.
Estratégias de Satanás para que nossa família não
seja Liberta.
1.Ele irá resistir e não permitirá que sejamos livres (êxodo 5.1 – 2).
A primeira coisa que satanás tenta é nos
intimidar e dizer que não deixará livre nossa família – ele tentará dizer que é
ele quem manda.
2.Ele tentará gerar angústia em nossa casa (êxodo 5.7).
Quando começamos a lutar por nossa família,
satanás tentará fazer cm que as coisas se tornem difíceis, tudo parecerá piorar
e não melhorar e muitos desistem já neste ponto e dizem: “depois que recebi Jesus tudo piorou.” Ainda não é tempo de
desistir: LUTEM!
3.Ele tentará imitar os feitos do Senhor para iludir a tua casa
(êxodo 7.22).
Quando começamos a apresentar os milagres e transformações
de Deus para nós, o adversário tenta contra nossa casa desejando demonstrar que
ele pode fazer o mesmo, buscando reduzir a ação de Deus a coisas comuns. Isso
se repetirá por algum tempo, portanto não desista e continue testemunhando do
poder de Deus e do que Ele, O Senhor tem feito em sua vida.
4.Ele começa a ceder, mas não totalmente (êxodo 8.25).
Quando Deus começa a fazer separação entre
você e o mundo e isto se torna notório, satanás não pode resistir, mas suas
estratégias para evitar que levemos a adoração a nossa casa permanecem. Ele te
permite adorar com sua família, contudo você precisa se manter no Egito. Muitas
são as famílias que decidem então servir a Deus, mas como parte dela ainda não
está em Cristo se divide em Andar com Deus e andar no mundo. Não podemos
aceitar adorar a Deus com nossa família no mundo, no Egito, pois a estratégia
era esta Adore aqui mesmo.
5.Ele quer te satisfazer com apenas uma parte da família (Êxodo 10.7
e 10).
Chega um ponto da luta que o adversário começa
a perceber que estamos cansados, impacientes e de certa forma ansiosos pela
libertação da nossa família e de nossa casa e permite então que parte dela
sirva ao Senhor. Ele até deixa que os pais sirvam, mas os filhos não.
Nãopodemos aceitar partes da nossa família, porque Deus nos chama a plenitude.
6.Ele deseja retirar o objeto de nossa adoração familiar (êxodo
10.24).
Israel não sabia com que haveria de adorar,
visto que naquele tempo os animais eram objeto de adoração, o adversário tenta
impedir que estes fossem levados. Muitas vezes dentro de nossa casa permitimos
que o objeto de adoração seja retido, por conta das lutas deixamos de louvar,
de testemunhar, de ler a palavra, falta comunhão na família e falta
relacionamento entre os cônjuges e os filhos.
Não devemos nos Render
vLute por
tudo que Deus tem te dado, Lute por sua casa (Êxodo 12.32).
Não permita que nem uma unha, ou seja, a menor
parte da sua casa fique no Egito.
vVocê
deixará essa batalha com abundância (Êxodo 12.36).
Quando satanás vir tua vitória, nãopoderá
impedir que você seja abençoado e não poderá reter o que Deus preparou para
você.
vA
libertação da tua casa alcançará outros (Êxodo 12.37 – 38).
O que Deus está para manifestar na tua família
será motivo de outros desejaram ao Senhor também.
Conclusão
Efésios
2.19 nos garante que somos Família de Deus e não podemos abrir mão deste
privilégio
Shalom!
Pr. Rodrigo de Almeida
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
A Provisão de Deus em Tempos de Sequidão.
E sucedeu que, nos dias em que os juízes julgavam, houve uma
fome na terra; por isso um homem de Belém de Judá saiu a peregrinar nos campos
de Moabe, ele e sua mulher, e seus dois filhos; E era o nome deste homem
Elimeleque, e o de sua mulher Noemi, e os de seus dois filhos Malom e Quiliom,
efrateus, de Belém de Judá; e chegaram aos campos de Moabe, e ficaram ali. E
morreu Elimeleque, marido de Noemi; e ficou ela com os seus dois filhos, Os quais tomaram para si mulheres moabitas; e era
o nome de uma Orfa, e o da outra Rute; e ficaram ali quase dez anos. E
morreram também ambos, Malom e Quiliom, ficando assim a mulher desamparada dos
seus dois filhos e de seu marido.
Rute 1:1-5
Introdução
Durante o
contexto Bíblico podemos observar alguns períodos de fome sendo relatados,
assim como no texto que estamos trabalhando hoje, períodos de fome e escassez e
até de miséria na trajetória do povo de Deus ficam evidentes. Além deste texto
contido no livro de Rute que estamos meditando, existem outras cinco citações
de fome, algumas extremas, no período pré – exílico. Podemos observar em: Gênesis 12.10 – Abrão após seu chamado,
peregrina pela terra de Canaã passando por Siquém e Betel e desce em direção ao
Egito porque havia FOME na terra. Gênesis
47.20 – Um dos textos sobre FOME mais famosos, quando José livra a Israel e
ao próprio Egito através da direção de Deus, sendo a fome extrema naquele tempo
perdurando por sete anos. 2 Samuel 21.1
– Nos dias de Davi houve FOME por três anos por conta dos gibeonitas que Saul
havia ferido. Havia uma aliança feita por Israel com o ovo Amorreu e esta fora
quebrada por Saul; Davi faz justiça a este povo. 1 Reis 18.2 – Havia FOME porque, segundo a Palavra do Senhor, Elias
havia profetizado uma grande seca, nem chuva nem orvalho cairiam na terra senão
segundo sua palavra. Houve três anos de seca e FOME extrema na terra. 2 Reis 25.3 – Nos dias de Zedequias Rei
de Judá, Jerusalém foi sitiada por Nabucodonosor e como o cerco durou muito
tempo houve FOME. Diferente das demais, esta fome foi causada por motivos
claros, ou seja, o cerco da cidade impediu que houvesse comida na mesma. No
período pós – exílico a FOME mais importante foi a relatada em Neemias 1.3, onde o texto relata a
grande miséria em que o povo estava suas lavouras queimadas e estando tudo
destruído a fome certamente assolava a terra de Israel.
Sobre o Texto
No texto
que estamos trabalhando neste estudo, a FOME atinge uma cidade em especial que
é Belémde Judá ou Belém Efrata (cidade
onde foi enterrada Raquel, esposa amada de Jacó, cidade onde nasceu Davi, e
cidade do nascimento de Jesus ) e faz com que uma família parta para os Campos
de Moabe, numa caminhada entre 50 a 90 km de distância, em torno de sete dias de
caminhada a pé. Uma família formada por um patriarca chamado Elimeleque, sua esposa de nome Noemi e seus dois filhos Malom e Quiliom permanecendo na cidade por volta de 10 anos. O texto para
nós é interessante porque em Moabe morrem o marido e os filhos de Noemi, de suas
noras moabitas Orfa e Rute, apenas Rute permanece com Noemi, Orfa retorna a seu povo; Noemi mediante
a sua tragédia familiar pede para que a chamem de Mara (v.20). Todo este relato para nós é de suma importância por
conta do valor que é dado pelos Judeus aos nomes e ao peso profético que eles
recebem. Receber um determinado nome implica quanto a sua natureza, ou quanto a
sua promessa é o caso de Jacó – Suplantador - por haver nascido agarrado ao calcanhar de seu
irmão, sua vida foi feita de tentativas de tomar o lugar de seu irmão, quando
esta vence esta natureza relacionada a ele passa a chamar – se Israel– Campeão/ Vencedor com Deus; neste grupo também podemos relacionar
Abrão – Pai de Filhos, quando recebe
de Deus a promessa de que por ele seriam abençoadas todas as famílias da terra
passa a chamar – se Abraão– Pai de multidões. Alguns outros
exemplos são de grande valor como os filhos de Jacó ou Simão chamado Pedro, mas
vamos nos ater aos significados dos nomes relatados no texto desta meditação:
ØBelém – Casa do Pão
ØEfrata ou
Efratá –Terra Frutífera
ØMoabe –do pai
ou desejo (relacionado ao fato da
filha de Ló ter tido um filho de seu pai daí a exprime tanto a ideia “do pai”
como “desejo” por haver ela desejado seu pai).
ØElimeleque
– Deus é o meu Rei (Relativo à Provedor ou o Rei que provê).
ØNoemi – Doçura / Amável
ØMalom – Enfermo
ØQuiliom – Aquele que é fraco
ØOrfa –Pescoço
/ Nuca (relativo a quem se volta ou
retorna).
ØRute –Beleza
Com base
nestas informações podemos começar a entender o que o texto irá revelar para
nós, portanto vamos resumir o texto usando a aplicação pessoal quanto ao que os
nomes traduzem para nós.
vSabendo que não havia pão na Casa do Pão (Belém), um homem deixa a Provisão de Deus que é seu Rei (Elimeleque)
e com sua família sai para os campos buscando o desejo do pai (Moabe), contudo este homem morre por seu desejo e
seus filhos eram enfermos (Malom) e
fracos (Quilion) para sustentar sua família e morrem também; a doçura (Noemi) se vai de sua mãe a
tornando amarga (Mara), e uma de suas
noras volta ao seu próprio povo (Orfa)
enquanto a outra trás beleza a sua vida
(Rute) permanecendo ao seu lado.
vToda esta situação ocorre porque Deus havia
dito ao povo de Israel que não se associasse ao povo moabita para que estes não
o levassem a corrupção e levando em consideração o fato dos moabitas (parentes
distantes de Israel) não permitirem que estes peregrinassem por sua terra
quando do êxodo e ainda alugando Balaão contra o povo de Israel (Números 22 e
seguintes). Moabe por diversas vezes esteve em guerra contra Israel e sempre
lhes serviu de laço. Israel não os destruiu totalmente por serem seus parentes.
Hoje o território de Moabe está a Jordânia na margem oriental do Mar Morto. Outras
informações importante fala sobre sua religião onde seu principal deus era
Camos ou Quemos, uma entidade similar a Moloque deus dos amonitas, povo co –
irmão dos moabitas, o culto a estes deuses culminava com o sacrifício humano em
especial o infantil.
vO que
muitas vezes é apenas uma fome física, carnal e/ou material acaba se tornando
ínfima diante da fome espiritual causada pela saída da casa do pão. Precisamos entender que se nos mantivermos
no local da provisão de Deus, não buscando os nossos desejos carnais Ele se
encarrega de nos sustentar.
vPrecisamos
observar um princípio interessante: Padarias são lugares onde encontramos pão,
contudo há momentos que vamos à padaria e não tem pão, mas isso é temporal,
noutro tempo o pão estará lá. Quando no deserto o povo pedia comida e Deus
envia – lhes o maná (Êxodo 16.1 – 5), no dia de Sábado não se colhia o
alimento, mas a porção era enviada de forma dobrada no dia anterior, ou seja,
mesmo que não colhessem naquele dia ainda assim o sustento chegava. Em Belém
não havia pão e havia fome, mas isso era temporal porque o Deus da provisão é
atemporal é Eterno, portanto ainda que naquele momento houvesse FOME e SEQUIDÃO
em Belém, o Deus que todas as coisas provem para aqueles que permanecem firmes
faz com que o pão retorne a Casa do Pão. Observe Rute 1.6 que diz: “Então se levantou ela com as
suas noras, e voltou dos campos de Moabe, porquanto na terra de Moabe ouviu que
o SENHOR tinha visitado o seu povo, dando-lhe pão.” – ouça o que está sendo
dito neste momento e já se ouve pelos cantos dizer: Tem pão de novo na Casa do Pão,
é hora de largar os desejos pessoais e voltar ao lugar da provisão.
Deus quer trazer a sua provisão em meio a Sequidão.
ØNão se
iluda com as facilidades fora da provisão de Deus (Números 22.6)
Nos locais fora da provisão de Deus reservam
para nós engano e maldição. Israel experimenta disso ao passar por Moabe e a
família de Elimeleque e Noemi também. Escute o que está sendo dito: “Fora da
provisão de Deus tudo é engano e maldição”.
ØPermaneça no
lugar da provisão (Jó 5.20a)
Precisamos entender que em meio à fome
espiritual vivida em nossas vidas, ou até mesmo na fome material onde algumas
necessidades existem o Senhor permanece como o Deus da provisão (Javé Gireh).
Precisamos permanecer no local da provisão, não devemos sair da Casa do Pão
para buscar nossos desejos.
ØOnde
existe Pão acharemos também vida (Rute 1.16)
Quando Noemi decide voltar ao lugar de
provisão e proporciona vida para ela e para a moabita Rute. O Pão de Belém pode
sustentar não só Noemi tirando – a da amargura como pode fazer daquela que não
era povo se tornar povo de Deus.
Conclusão
Quando estamos no local da provisão e podemos
nos saciar do Pão de Deus, Ele nos faz assentar com príncipes (1 Samuel 2.8) assim
como a família de Noemi gerou a família real de Israel na pessoa de Davi e
consequentemente da geração Messiânica, nós ao recebermos do Pão do Pão da vida
(João 6.35a), passamos a família de Jesus o Rei dos Reis.
*INTRODUÇÃO
Não sei quantos assistiram ao filme “Marley e Eu”, mas estive pensando um pouco sobre esse filme nestes dias. Conta a história de um cachorrinho que é chamado no filme de “o pior cão do mundo” pelo seu modo arteiro e pouco obediente, avesso a comandos e sempre pronto a ir na direção contrária em que seus donos desejam conduzi – lo; ainda assim seu dono com muito amor e carinho procura levar seu cãozinho a entender o caminho correto e procura evitar que ele se envolva com os perigos que o cercam. Esse contexto nos é muito familiar, porquanto somos diversas vezes avessos às direções de Deus e arredios a seus ensinamentos, vivemos agitados e alvoroçados pelas idas e vindas do dia a dia esquecendo – nos daquele que conduz nossas vidas tendo as rédeas nas mãos, estamos sempre tentando puxar mais forte pra correr em disparada enquanto ele deseja que estejamos ao seu lado para irmos à direção que ele nos quer conduzir, contudo ainda que sejamos rebeldes e arteiros ele continua carinhosamente nos protegendo e com misericórdia nos tratando, agindo com seu profundo amor e graça para com cada um de nós.
O que este filme tem a trazer de ilustração para este texto que estamos para trabalhar é a importância de buscarmos arrependimento, de encontrarmos o caminho que nos conduza a direção de Deus, pois o que temos observado neste tempo é um povo que não se importa mais com o querer de Deus e deseja andar conforme ‘da na telha’, assim como no filme, vivendo como quem não tem direção ou a quem nos guiar. No entanto, precisamos urgentemente voltar, reencontrar o caminho para a direção de Deus para podermos experimentar de sua graça e de seu amor não como fugitivos e miseráveis ou marginais, mas como filhos que gozam do melhor da graça que produz salvação e do amor que gera vida.
*SOBRE O TEXTO
Existem algumas vertentes teológicas muito profundas para explicar o conteúdo de um dos textos mais pragmático do Novo Testamento. João 11.35 fala – nos sobre uma peculiaridade da humanidade de Jesus, Ele chorou. Enquanto homem Jesus teve fome (Marcos 11.12), sentiu sono (Marcos 4.38), irou – se (Marcos 11.15), teve sede (João 19.28) e amou (João 13.1), dentre todos esses aspectos naturais com respeito a Jesus o que mais nos intriga é o fato de Ele haver chorado. Se considerarmos apenas o aspecto humano esse sentimento de Jesus seria tão comum quanto a todos os outros, mas por ser Jesus, Deus, dificulta – nos pensar que este chorou como fosse simples aceitar que Ele tenha sentido sede, fome, sono ou qualquer outro sentimento ou sensações como esta. Não podemos esquecer que sendo Jesus homem também o era Deus. Neste texto em especial onde está expresso o choro de Jesus ele nos fala de algo muito mais profundo do que apenas lágrimas de um homem, nos fala de lágrimas de um Deus que fora achado em forma de homem (Filipenses 2.8), um choro que não tem ecos apenas na humanidade de Jesus, mas na divindade d’Ele ressoando espiritualmente (João 11.33).
Ao olhar para este texto, penso eu que, Jesus é o autor da vida e não somente o autor da vida, mas o autor de uma nova vida também e isto podemos confirmar pelo que escrito está em João 1.3 e João 3.16, este mesmo Jesus que é autor da vida e nos dá nova vida n’Ele e que anseia por habitar em nós como nos evidencia Gálatas 2.20, se depara com uma cena muito intrigante onde em meio a seus amigos há morte (João 11.11). Jesus sendo o autor da vida encontra morte no meio dos seus amigos O leva a chorar.
Penso neste importante aspecto dos sentimentos de Jesus, porque Jesus chora quando encontra morte no meio dos seus amigos e me pergunto como tem hoje Jesus estado em seus sentimentos quando olha para nós que somos seus amigos (João 15.15), porque em nosso meio o que mais podemos observar? Olhando para esta pergunta talvez nos encontremos como a Igreja que está em Sardes de Apocalipse 3.1 “E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.” (nota: Sardes significa: aqueles que escapam – igreja situada na Ásia menor). Encontramos hoje um cenário na igreja de Jesus, em meio aos seus amigos como os “sepulcros caiados” tendo aparência de que vivemos estando mortos.
*EM BUSCA DO ARREPENDIMENTO PERDIDO
Ao olhar para o que vivemos nos nossos dias e ilustrado com o filme que citado está no início deste estudo vejo como estamos distante de um arrependimento profundo e sincero porquanto o texto bíblico já nos orienta que assim seria nos últimos dias, mestres segundo seu querer como diz 2 Timóteo 4.3; também podemos observar Mateus 16.18 e 23, o mesmo Pero que recebeu a revelação é o mesmo que torna – se pedra de tropeço. O que quero elucidar com este pensamento é que nós mesmos, os amigos de Jesus são os que têm gerado tropeço por conta dos nossos desejos e de nossas vontades e valores que giram em torno de uma busca desenfreada pela nossa satisfação, esquecendo – nos de que é Ele quem tem o controle. Jesus disse: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!” (Mateus 18.7). Devemos buscar frutos dignos e arrependimento (Lucas 3.8).
*CONTUDO
O Senhor que é compassivo e misericordioso está nos chamando continuamente ao arrependimento e apresenta para nós o seu desejo de que o façamos. Ele nos diz:
CHOREM OS SACERDOTES, MINISTRO DO SENHOR (JOEL 2.17)
O choro e as lágrimas na Bíblia tem sempre uma conotação de arrependimento e tristeza, este texto fala do pórtico e o altar, este era o caminho percorrido pelo adorador que ia oferecer o seu sacrifício de arrependimento. Implica para nós que devemos nos arrepender com lágrimas e com um choro sincero para que sejamos contados como adoradores e recebida nossa oferta.
PAI, PERDOA – LHES... (LUCAS 23.34)
Jesus está oferecendo perdão aos que o buscam e apresentam diante d’Ele uma adoração sincera e que desejam dedicar sua vida a Ele de modo que ele possa achar em nós vida.
CHEGAI – VOS A DEUS (TIAGO 4.8 – 10)
Somente seremos exaltados segundo o poder de Deus quando compreendermos que Ele tem o controle e que importa que sintamos o quanto somos carentes de seus poder e graça, assim Ele nos exaltará não como desejamos ou segundo o nosso entendimento, mas nos exaltará sobre a carne, sobre o pecado e sobre as obras mortas para que tenhamos vida.
*CONCLUSÃO
Devemos apresentar um choro e lágrimas para arrependimento pelo que consta em 1 Pedro 1.3 - 9 .