sábado, 26 de março de 2011

Aprovados.
E, ainda que tivesse feito tantos sinais diante deles, não criam nele; Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.
João 12.37 e 43
*      Introdução
Sempre que penso em fatos que marcam a história me lembro de dois fatos que fizeram com que toda a minha vida se transformasse. O primeiro foi no ano de 1984 nas Olimpíadas de Los Angeles, quando a Suíça Gabriele Andersen Scheiss, uma maratonista que chega por último na maratona exausta e quase sem forças. Quem se lembra do nome da campeã daquele ano, ou ao menos de que país ela era? Outro fato que marcou minha vida foi o ocorrido em 1989 na Praça da Paz Celestial na China, quando em meio a uma revolta do povo contra o ditador Mao Tsé-Tung um jovem enfrenta 49 tanques de guerra, fazendo com que o primeiro tanque desligasse o motor mesmo tendo ordens para passar por cima de qualquer manifestante.

*      Texto Base João 12.37 e 43
Olhando para este texto que estamos meditando observo como Jesus havia credenciado seu ministério através do ensino revelado da Palavra nas sinagogas, através da mensagem de boas novas do amor, salvação e remissão, a mensagem do perdão e do arrependimento e dos milagres. Os sinais a que se refere o texto nos reporta a todas essas manifestações do poder de Jesus. O que nos chama a atenção é que ainda assim não creram nele e os que creram não manifestaram sua credulidade por medo de serem postos fora do contexto em que viviam e o texto nos diz: “amavam mais a glória dos homens (V.43)”. Esta glória que o texto se refere é exatamente a aprovação, aqueles que creram desejam ser aprovados em suas intenções pelos homens e não por Deus e por Jesus.
*      Precisamos entender que em nossa jornada muitas vezes estaremos em descrédito diante da sociedade por conta da nossa fé, por andarmos na contra – mão, por não vivermos a vida de modo comum deste mundo, segundo nós mesmos, mas segundo o Espírito Santo, porque amamos mais a glória de Deus do que a dos homens e buscamos aprovação do Todo - Poderoso. Quantos tem se corrompido e perdido a direção por que estão buscando se ambientar com a sociedade para não parecer um extraterrestre, ou um alienado, quantos tem deixado o caminho para não sair do grupinho. Para alcançar a aprovação e a glória de Deus é preciso credenciar sua vida como um filho de Deus.

*      Para credenciar sua vida é necessário:

1.      Nunca desistir – Somos constantemente convidados a deixar o caminho, a buscar outras direções a nos envolver com as coisas deste mundo, mas andar segundo este mundo não nos credencia, nos mata, porque o mundo anda segundo a inclinação da carne. Precisamos resistir fortemente e não olhar para trás, não desistir e assim iremos credenciar nossa vida como a maratonista que não desistiu e credenciou sua vida diante de toda uma geração, nós credenciaremos nossa vida diante de Deus e dos homens (E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus. – Lucas 9.62)
2.      Estar dispostos a morrer – Quando penso em entregar a minha vida para que ela tenha crédito, penso em algo muito maior do que simplesmente morrer. Muitos têm morrido por causas que consideram nobre, ou religiosa, muitos tem entregado sua vida por aquilo que crêem como foi com o jovem na China, disposto a morrer por algo que cria. Precisamos entregar nossa vida totalmente a Cristo Jesus para que morramos para o mundo e Ele possa viver em nós. (Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. – Gálatas 2.20)
3.      Ser separado – “Separado” é igual a ser “Santo”. Ainda que o mundo te considere diferente ou estranho, que zombem da tua forma de viver ou do teu caráter, das coisas que te fazem diferentes, precisamos guardar a nossa vida em santidade, para que sejamos credenciados. “Santidade precisa ser desejada para ser alcançada”. A santidade é pior forma de agradar o mundo, mas a melhor para agradar a Deus (Porque está escrito: Sede Santos, porque Eu Sou Santo – 1Pedro 1.16)

*      Conclusão
Precisamos a cada dia buscar nos aperfeiçoar para que sejamos achados aprovados e declarar como disse o Apóstolo Paulo em Filipenses 3.12 e 14 (Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.)


Shalom!

Pr. Rodrigo de Almeida

sábado, 19 de março de 2011

Eu tenho uma Promessa.

Porque eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que farei voltar do cativeiro o meu povo Israel, e de Judá, diz o SENHOR; e tornarei a trazê-los à terra que dei a seus pais, e a possuirão.
Jeremias 30.3
*      Introdução

Você já parou para pensar como o mundo está cheio de “tendências”. Não que seja errado gostar de algo que alguém está usando ou fazendo, mas sinto – me estranho a ver pessoas conduzindo suas vidas baseadas nas tendências. Olhamos ao nosso redor e vemos muitas coisas iguaiszinhas. Cores da estação, corte de cabelos, se um usa moicano, todo garotão usa, até mesmo quem não é mais garotão. SE a moda é roupinha apertadinha, toda garotinha usa e até quem não é tão garotinha assim. O caso é que as tendências fazem com que copiemos ou imitemos algo que alguém disse que era correto, algo que alguém disse que era moda ou bonito. As tendências se tornam um assunto tão sério que consideram até sexualidade uma tendência, ouvi no ano passado uma psicóloga dizer que o homossexualismo tenderia a crescer entre adolescentes e jovens por conta das pessoas que se assumiriam incentivando assim, aos mais jovens a aceitarem sua condição. As tendências são instrumentos para neutralizar a nossa mente e nos impedir de prosseguir ao alvo (Ex: de como é difícil escolher um corte de cabelo é mais fácil escolher o que todos usam). Quem tem uma PROMESSA nunca perde o alvo.” Porque a promessa não te deixa desviar a atenção com o que todos fazem ou o que as pessoas dizem, pois você sabe o que Deus falou e aquilo que Ele prometeu. “A PROMESSA AMPLIA SUA VISÃO E A SUA MENTE SE RENOVA.”  

*      Texto base Jeremias 30.3

No texto que nos em que estamos trabalhando traz uma palavra que é a motivação para existência do Livro do Profeta Jeremias. Este livro seria então um consolador para o povo de Israel que estava em cativeiro. A Palavra de Deus para Jeremias era: “... Escreve num livro todas as Palavras que te tenho dito... (V.2)”. Em seguida a Promessa vem em a Jeremias para ser transmitida ao povo, de que não somente os faria voltar da terra do seu cativeiro, como eles possuiriam a Terra que fora dada a seus pais. Interessante neste texto é o emprego do verbo possuir (possuirão) que é do Heb. Yarash – que segundo o dicionário Strong é: herdar, possuir definitivamente, apoderar – se de, ocupar.  Esse verbo é usado 250 vezes no AT sempre relacionado a promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó e agora usada ao povo cativo de Israel e Judá para dizer que eles definitivamente herdaria e possuiriam a terra que foi jurada a seus pais. Essa promessa traz um alvo a Israel que não permitia que eles se esquecessem, não deixava que eles se misturassem com as tendências ou com a maneira de viver dos povos onde estavam cativos. Veja o que diz o Salmo 137.1 – 4. “VOCÊ TEM UMA PROMESSA?”

 

*      Quem tem uma PROMESSA nunca perde o vigor até alcança – la.

Ø  Josué 14.6, 10 e 11

Calebe tinha uma promessa e isso lhe deu vigor para conquistar a promessa. Mesmo tendo passados 45 anos o alvo de Calebe estava na Palavra de Deus dada por Moisés, isto tornava a promessa cada dia mais próximo. É como o otimista que diz que faltam apenas algumas horas para chegar sua vitória enquanto o pessimista diz que ainda faltam muitas horas para chegar sua vitória.

 

 

 

*      Quem vive sem PROMESSA morre sem esperança.

Ø  Josué 7.21

Acã, apesar de ser um líder em Israel desejou a capa babilônica mais do que a promessa de conquista da terra e isso o levou a morte e destruição de tudo o que era seu juntamente com sua família. Quem não tem uma promessa vive preso aos tesouros e riquezas visíveis e palpáveis porque não conseguem olhar o que está além.

 

“Jesus nos fez algumas promessas que quero compartilhar.”

 

     Jesus nos fez a promessa de acharmos vida n’Ele.

Ø  Mateus 16. 24 - 25

Para encontrarmos vida em Jesus é necessário carregarmos nossa cruz e nunca buscar as facilidades deste mundo, fugindo das suas tendências e de seus padrões, nos amoldando aos padrões que nos levam a PROMESSA.

     Jesus nos fez a promessa de sermos aperfeiçoados até o dia d’Ele.

Ø  Filipenses 1.6

Não somente ele nos faz uma Promessa e nos dá um Alvo como nos aperfeiçoa para alcançarmos o que Ele mesmo prometeu, sendo Ele mesmo quem começou a boa obra e aperfeiçoa até seu próprio dia.

     Jesus nos fez a promessa de voltar para nos buscar.

Ø  João 14.3

Muitos têm feito promessas por aí, mas somente em Jesus ao menos 300 profecias foram cumpridas dentre tantas cumpridas pela Palavra de Deus, isso é a garantia de que a promessa irá se cumprir. Ele voltará! E irá buscar todos os que não desistiram da Palavra da Promessa e não se desviaram do Alvo. Breve Vem Jesus!

 

 

*      Conclusão

Você precisa entender e declarar que por Cristo Jesus temos uma PROMESSA. E nós vos anunciamos que a promessa que foi feita aos pais, Deus a cumpriu a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus;” (Atos 13.32 – NVI 13.32 e 33). Se você já faz parte deste povo que tem uma promessa então declare: “EU TENHO UMA PROMESSA! EU SOU UM CONQUISTADOR (A)! EU SOU UM MULTIPLICADOR (A)! EU SOU RADICAL!

 

 

Shalom!

 

Pr. Rodrigo de Almeida

sexta-feira, 11 de março de 2011

Geração de Avivamento

Geração de Avivamento

Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de Davi, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade;
Amós 9.11
*    Introdução
Nos dias de Davi fora construído o segundo tabernáculo. O primeiro feito por Moisés era um a tenda móvel com três partes: O Átrio, o Lugar Santo e o Santo dos Santos, onde se colocava a Arca da Aliança e o Sumo Sacerdote entrava uma vez por ano para oferecer holocausto no chamado Yon Kippur que é o dia do perdão, nos relatos bíblicos veremos escrito Dia da Remissão, onde o povo encontrava perdão para seus pecados. A apresentação deste texto nos mostra uma profecia quanto a restauração do tabernáculo de Davi que foi o segundo, instalado na forma de uma grande tenda no pátio principal da cidade de Davi, hoje na parte sul da cidade velha de Jerusalém, fora dos atuais muros velhos construídos pelos Turcos, neste tabernáculo havia apenas a Arca da Aliança, não haviam utensílios como o feito por Moisés, não havia holocaustos, nem incenso, apenas adoração constante em turnos diários interruptos, cada levita no seu turno. A diferença mais marcante não estava na forma de apresentação do tabernáculo, mas na maneira em que as pessoas se achegavam a Arca, todos tinham acesso a Ela, ou seja, todos tinham acesso ao concerto a Aliança e sobre tudo a Presença de Deus. Davi coloca a Presença de Deus (Arca) numa posição de ser adorada por todos.
Quando pensamos sobre a restauração deste tabernáculo de Davi pensamos logo em avivamento porque o texto aponta para um mover de avivamento genuíno nos últimos dias e por quê? Porque o primeiro tabernáculo aponta para remissão, para o perdão do pecado, para obra redentora de Jesus na Cruz e para o sacrifício, já o segundo aponta para nós com acesso direto ao Santo dos Santos mediante a Jesus a Raiz de Davi onde o louvor precisa ser contínuo e onde somos Sacerdotes de uma Nova Aliança.      
*      Criando uma geração do Avivamento:
Ø  1° Passo: Ser um agente da Revolução
Hoje o que temos visto são pessoas praticando “REBELIÃO” e não a “REVOLUÇÃO”
Rebelião é: Resistência violenta contra os agentes da autoridade ou contra ordem de coisas estabelecidas; insurreição, revolta; insubmissão.
A Rebelião é praticada por pessoas incapazes de gerar avivamento. Absalão filho de Davi era alguém que praticava Rebelião (2Samuel 15.1 – 7 e 10).
Revolução é: Reforma; transformação, mudança completa; perturbação moral, perturbação, indignação; modificação de qualquer ramo do pensamento humano; náusea, nojo, repulsa.
A revolução é praticada por pessoas dispostas a viver o novo ou as boas novas de Cristo (Romanos 12.2).

Ø  2° Passo: Estar disposto a sacrificar
O avivamento é gerado por sacrifícios. Para que Jesus gerasse vida em abundância foi necessário doar sua vida em sacrifício. Que tipo de sacrifícios tem sido oferecido? Em Levítico 10.1 Nadabe e Abiú filhos de Arão oferecem incenso diante do altar e foram consumidos porque ofereceram fogo estranho. Ora o incensário era correto e o incenso também, o ofício era deles, mas o fogo foi produzido por eles mesmos e não era do altar, eles desejaram ter a mesma resposta que tiveram Moisés e Arão após sacrificar, mas foram consumidos porque seu fogo era estranho e seu sacrifício não procedia. Contudo um jovem rapaz sacrifica algo que lhe é fundamental para que vida seja gerada, mediante a impossibilidade dos discípulos em alimentarem uma multidão ele oferece tudo o que tem para que pessoas não morressem (João 9.6).

*      Conclusão
Avivamento é exatamente tornar a viver, é trazer sobre ossos secos a vida, é sacrificar o que temos de melhor para que a vida se manifeste; avivamento é doar sangue como Jesus doou, é oferecer o que há de melhor em sua vida para que muitos vivam; é transformar a nossa mente até o ponto de termos a mente de Cristo e revolucionarmos como Ele revolucionou.

Seja Radical, Revolucione, Sacrifique, Avive, seja Livre!

Pr. Rodrigo de Almeida.
Shalom!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

“Pai de Multidões.”
E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandemente. Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo: Quanto a mim, eis a minha aliança contigo: será o pai de multidões; E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai de muitas nações te tenho posto; E te farei frutificar grandemente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti;
Gênesis 17.2 – 6

*      Introdução
Quando pensamos em Abraão pensamos num homem próspero em todos os seus caminhos (Genesis 24.1). É necessário entendermos a amplitude da vida deste homem chamado amigo de Deus. Seu nome originalmente era Abrão que comumente é interpretado por “pai de filhos” segundo o dicionário Strong o significado literal é “pai exaltado”. Este quando chamado por Deus para sair de sua casa e de sua parentela a ir para uma terra que ele não conhecia, sai de Ur dos caldeus para formar a partir dele uma grande nação e tinha seu nome uma promessa como pai de filhos, contudo aos 75 anos Abrão não tinha filhos (Gênesis 12.1 – 4). Abrão sai da terra com sua mulher Sarai e seu sobrinho Ló e uma promessa, mais do que com uma promessa feita por um Deus que ele não conhecia, Ele sai com uma aliança ou um concerto. Durante toda narrativa bíblica podemos ver Deus fazer concertos, alianças estabelecidas com homens para que se perpetuasse a presença dele no meio da sua maior criação e mantivesse viva a chama do Espírito na humanidade, mas quando Deus chama a Abrão Ele o chama para por sobre ele o seu nome. Abrão se tornaria Pai de Multidões pela FÉ, mesma fé que nos alcança e faz com que o nome do Senhor repouse sobre nós (Apocalipse 3.12). O que precisamos entender é que Abraão para ser Pai de Multidões era necessário que em sua vida houvesse multiplicação. Contudo, a multiplicação nem sempre foi excelente na vida de Abraão. Portanto antes de compreendermos como nos tornar Pais de multidões será necessário entender a Multiplicação Sem Excelência e a Multiplicação Com Excelência    

*      1° Parte

Ø  Multiplicação Sem Excelência: Quando Abraão recebe a ele era da idade de 75 anos e os termos da aliança estava baseado em Abraão se tornar pai de nações. Mesmo Abraão sendo pai da fé, ele toma a primeira atitude para multiplicação levando consigo seu sobrinho Ló. Abraão precisava apenas levar consigo sua mulher para multiplicar e ter filhos, Ló era a garantida de perpetuar sua descendência caso ele não gerasse filhos. Mas o texto diz que houve contenda entre os pastores de Abraão e de Ló por conta da terra que se tornara pequena para ambos e também para cananeus e ferezeus que habitavam a terra (Gênesis 13.7 – 8). Abraão tem então uma grande lição: “A promessa de Deus não é divisível, mas é multiplicável.” Não havia possibilidade de dividir a promessa de Deus para sua vida com seu sobrinho, mas poderia ser multiplicado, então entendendo a palavra da promessa Abraão diz para que Ló escolhesse para onde desejava ir (Gênesis 13.9). No mesmo contexto quanto à promessa Sara também entende o que é multiplicar sem excelência e dá sua escrava por mulher a Abraão para que dele fosse grado a promessa (Gênesis 16.1 – 4), essa serva egípcia se torna objeto de zombaria para Sara. A Bíblia diz em Marcos 16.17 que os sinais seguem os que crêem, quando Deus faz um concerto ou aliança contigo te fazendo nele uma promessa você não precisa correr atrás da promessa, pois ela virá até você.

Ø  Multiplicação Com Excelência: Tendo entendido a palavra da promessa e o concerto de Deus Abraão passa então a ter convicção de que a multiplicação deveria ser excelente para estar debaixo do favor de Deus e passa a aguardar o tempo favorável para Multiplicar e se tornar Pai de Multidões. Em Gênesis 21.1 – 2 o tempo da multiplicação excelente se manifesta, já Abraão e Sara eram de idade avançada, mas o texto é pragmático* a dizer que o tempo era DETERMINADO, ou seja, um tempo favorável. “Deus tem um tempo favorável para minha e para tua vida debaixo da promessa e da aliança feita em Cristo Jesus.” Ainda confiando e entendendo a apalavra da promessa Abraão antes de morrer se firma na convicção do seu chamado para ser um Pai de Multidões e dá uma ordem a seu servo que busque uma esposa para seu filho Isaque em sua parentela (Gênesis 24.3 – 4), ele entendia que a promessa não pode ser contaminada para que haja excelência.

 

*      Aprendendo a multiplicar com excelência para se tornar PAI DE MULTIDÕES

Ø  É Necessário Conhecimento: Se desejamos nos tornar Pai de multidões, devemos ter conhecimento da nossa instrumentalidade para que Deus nos use em sua promessa (Êxodo 31.2 – 6).

Ø  É Necessário Disposição: A promessa de Deus é para aqueles que têm disposição de seguir em frente e desejam faze com excelência (Eclesiastes 9.10).

Ø  3°É Necessário Permanecer na Promessa: Quando multiplicamos sem excelência andamos fora da promessa assim como Abraão andou fora da promessa quando tentou o seu próprio caminho, mas precisamos estar debaixo da promessa (Gênesis 17.1).

Ø  É Necessário que haja Sacrifícios: quando entendemos a palavra da promessa de que seremos Pai de Multidões entendemos que a multiplicação acontece mesmo quando precisamos sacrificar a promessa (Gênesis 22.10 e 12).

O que acontece é que muitas vezes estamos sacrificando coisas tolas que não agradam a Deus por que estamos buscando o desejo do nosso coração e olhamos para coisas terrenas e nossa própria vontade, mas nisso não há excelência nem gera multidões. Israel fez assim no deserto escolhendo o caminho da promessa fizeram para si um bezerro de ouro trazendo para toda aquela geração morte e não multiplicação (Êxodo 32.1 e 4).   

 

*      Conclusão

Precisamos nos portar como Pai de multidões, andando em excelência e sempre multiplicando, em nossa casa, em nossa família, no trabalho e etc. Este é um ano de Multiplicação com Excelência que vai te fazer pai de multidões. 

 

*OBS: Pragmático = que tem motivações relacionadas com a ação ou com a eficiência; que ou quem revela um sentido prático e sabe ou quer agir com eficácia.

 

 

 

Shalom!

Pr. Rodrigo de Almeida

domingo, 23 de janeiro de 2011

O Encontro que traz vida

Texto Base: Lucas 7.11-17 (NVI)

            Irmãos, nessa manhã gostaria de falar sobre uma história que aparece apenas no Evangelho de Lucas que é bem conhecida, é a história do encontro de Jesus com a Viúva de Naim. E nesse encontro aprendemos muitas coisas sobre Jesus.

            Para isso vamos abrir as nossas Bíblias em Lucas 7.11-17, que diz assim: “(11) Logo depois, Jesus foi a uma cidade chamada Naim, e com ele iam os seus discípulos e uma grande multidão. (12) Ao se aproximar da porta da cidade, estava saindo o enterro do filho único de uma viúva; e uma grande multidão da cidade estava com ela. (13) Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: "Não chore". (14) Depois, aproximou-se e tocou no caixão, e os que o carregavam pararam. Jesus disse: "Jovem, eu lhe digo, levante-se!" (15) O jovem sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe. (16) Todos ficaram cheios de temor e louvavam a Deus. "Um grande profeta se levantou entre nós", diziam eles. "Deus interveio em favor do seu povo." (17) Essas notícias sobre Jesus espalharam-se por toda a Judéia e regiões circunvizinhas.”

            Vamos entender um pouco sobre a Cidade de Naim. Naim é uma palavra hebraica que significa: AGRADÁVEL, AMÁVEL, ATRAENTE, BELO, ALEGRE, FELIZ. É uma palavra mais usada para AGRADÁVEL.

            Naim era uma pequena aldeia situada a 7km do monte Tabor (Local onde Baraque e Débora derrotaram os homens de Sísera), na região da Galiléia. Só tinha uma estrada que ia até Naim. Naim é uma cidade que ainda existe nos dias atuais com o mesmo nome, muito pobre e habitada por árabes mulçumanos.

Naim era uma cidade israelita e que cultivava a tradição judaica, e pela tradição judaica, dentro das cidades não havia cemitérios, os sepultamentos eram feitos em cemitérios que ficavam do lado de fora da cidade. E os mortos eram enterrados no mesmo dia do seu falecimento         

            Jesus tinha acabado de operar mais um milagre, tinha curado o servo de um centurião e ia em direção a Cidade de Naim, com seus discípulos e com uma a multidão. Imagino todos caminhando alegres, louvando a Deus pelas maravilhas que Jesus vinha operando.

            Mas ai então acontece uma situação muito constrangedora naquela estrada, enquanto a multidão ia com Jesus em direção a cidade de Naim, sai da cidade outra multidão em direção ao cemitério, para enterrar um morto.

            Enquanto uma multidão ia dando glórias a Deus pelas maravilhas que Jesus estava operando, outra multidão saia em prantos, com vozes de lamento, pois o único filho de uma viúva havia morrido.

            Imaginem que situação, duas multidões no mesmo caminho, só que totalmente diferentes. Imagino que todos aqueles que estavam com Jesus começaram a para de andar, o volume dos cânticos ia diminuindo ao passo que cada um ia vendo aquele cortejo. Era a alegria da vida em contraste com a dor da morte.

            Irmãos, o texto deixa bem claro que quem havia morrido era o filho único de uma viúva. A dor da perda daquele filho era algo extremamente doloroso, para aquela viúva, ela já não tinha marido, agora também não tinha mis filho.

            Mas a dor daquela viúva, não parava só por ai. Legalmente ninguém tinha a obrigação de daquele momento em diante sustentar aquela mulher. E mais o texto não fala nada em relação a outros parentes no cortejo e muito menos se aquele jovem tinha filhos. Ou seja, tudo leva a crer que aquela viúva, não tinha mais ninguém. E sem netos, a linhagem dela, a árvore genealógica daquela família seria enterrada junto com o seu filho.

            Mais Jesus estava naquele caminho, Jesus estava na frente daquele cortejo fúnebre, algo maravilhoso da parte de Deus iria acontecer naquele lugar.

            Jesus olha então para aquela mulher, e movido de uma grande compaixão Jesus diz: “Não chore!”. Talvez para muitos que ali estavam e que ouviram essas palavras de Jesus, podem ter achado ridículo aquilo. Mas os que pensaram assim são aqueles que não conheciam a Jesus, pois o que conheciam por mais que não soubessem o que iria acontecer, sabiam que Jesus poderia operar algo milagroso naquele momento.

            Pois mesmo que aquelas pessoas não soubessem o que Jesus faria a seguir, assim como eu e você, mas sabemos o que irá acontecer após uma palavra do Senhor Jesus, com certeza será o melhor de Deus nas nossas vidas, assim como para a vida daquela viúva.

E o melhor de Deus irá acontecer na sua vida, não só hoje mais até o volta do nosso Senhor, pois D’Ele vem o melhor, dele vem a vida. E Jesus sempre estará no meio da estrada com seu cortejo celestial, nos esperando e falando “Não Chore!” e operando o melhor em nossas vidas.

            No versículo 14 acontece algo muito interessante.

Conforme as tradições judaicas, o enterro era um cerimonial fúnebre, e tanto tocar no morto quanto no caixão, impedia a pessoa que tocasse de adorar em locais públicos por um determinado período, só podia tocar aqueles que faziam parte do cerimonial.

            Mais ai então Jesus vem e toca naquele caixão, e o texto diz que os que carregavam apararam.

            Jesus não se preocupou se tocar no caixão iria deixá-lo ou não impuro, se aquele ato iria impedi-lo de adorar em lugares públicos, Jesus simplesmente foi lá no caixão e tocou, o que importava para Ele era aquela vida que estava sobre o caixão. E não com aquela restrição e nem com os que carregavam o caixão.

Jesus não se tornou impuro e nem passou a ser alguém que estava proibido de adorar em lugares públicos, pois ali após Jesus tocar não existia mais impureza, pois não há nada que seja impuro que após de receber o toque de Jesus não se torne puro.

Essa é a preocupação de Jesus com as nossas vidas, que sejamos a cada dia puros, santificados, buscando viver em santidade, com retidão. O Senhor se preocupa se agente está vivendo uma  com pecados, se estamos fugindo disso, pois os pecados nos afastam dele e nos levam para os caixões.


 E existem muitos carregadores de caixão, são pessoas que estão ao nosso derredor, que conhecemos e até mesmo que nunca vimos, mas ficam ao nosso derredor apenas esperando o momento de nos colocar sobre o caixão e levar para o cemitério.

São pessoas, muitas delas com um alto poder de manipulação, políticos da boa vizinhança, pessoas com uma boa conversa, conselheiros que orientam com palavras vindas do inimigo. Pessoas aparentemente boas, mas que tem conduzidos jovens ao álcool, as drogas, a prostituição e a imoralidade sexual. São pessoas que tem toda uma falsa realidade tão real que nos envolve de tal forma que somos conduzidos a morte, tanto espiritual como física.

Um exemplo disso, escutei a alguns dias que um locutor-conselheiro de uma determinada rádio, que aconselhou um casal que passava sérias dificuldades no casamento a se separa, e para justificar seu conselho ele teve a coragem de usar um pensamento do filósofo Niet (influente filósofo alemão do século XIX, nascido em família cristã luterana, pensou até em ser pastor, mas o estudo profundo da filosofia o desviou, por tanto questionar a Deus foi considerado por muitos como Ateu, é chamado também de o profeta do nazismo, pois algumas de suas idéias foram base para o nazismo, uma de suas idéias notáveis foi a “Morte de Deus”), que dizia assim: “Todos tem o seu próprio caminho e são certos, pois não existe verdade e caminho verdadeiro”.

Esse locutor-conselheiro é um carregador de caixão. Ele conhece o filósofo Niet e os seus pensamentos. Mas Ele não conhece a Jesus Cristo e muito menos o que a Palavra de Deus diz.

Ele não sabe que a Bíblia diz que Jesus “é o Caminho, a Verdade e a Vida”, que “todos os caminhos levam a Deus”. Ele não sabe que “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” e a verdade é Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Mas quando Jesus toca, os carregadores de caixão param, e quando Jesus declara algo sobre a nossa vida, as coisas acontecem, o morto se levanta, os casamentos são restituídos, a enfermidade sai, a cura chega, onde existe a morte passa a existir a vida, pois quem ordena é o Deus da vida é o salvador, e quem falou para aquele jovem: “Eu lhe digo, levanta-te”, foi Jesus Cristo, e o jovem levantou. E quem fala com plena autoridade sobre a minha vida e a sua vida é Jesus Cristo, e quando ele fala as coisas acontecem. Creia se Deus falou algo para a sua vida, vai acontecer.

            Após aquele jovem ressuscitar, Jesus demonstra algo muito especial, Jesus entrega aquele jovem a sua mãe. Jesus devolve o filho que estava morto, agora vivo para sua mãe. Jesus quando opera um milagre, Ele opera de forma completa, a restituição é total.

            Jesus operou o milagre de forma integral, Jesus multiplicou a felicidade daquela viúva com excelência. Pois aquela viúva que tinha em seu filho a esperança para os dias vindouros, e com a morte dele tudo havia sido derrubado. Jesus foi lá, e reviveu tudo.

Naquele único caminho que levada a cidade de Naim, a cidade Agradável, de onde saia um cortejo fúnebre, com uma mulher à frente sem esperança, com apenas lamentos em seus lábios, uma família que havia acabado, uma família não mais agradável. Aquele cortejo iria voltar para a cidade, com uma viúva triste sem perspectiva.

            Mas Jesus Cristo estava naquele caminho, Jesus Cristo mudou o rumo daquela história, aquele morto reviveu, aquela mulher teve além de seu filho vivo novamente, teve sua alegria totalmente restituída, a esperança volta para aquela família, para aquela casa, a alegria voltou para aquela cidade, os moradores daquela cidade voltaram para suas casa tendo em suas mentes o milagre operado por Jesus.

           
O cortejo que saiu da cidade como fúnebre, mas que antes mesmo de chegar ao seu destino, voltou para a cidade como um cortejo festivo, pois Jesus operou um milagre e o milagre e a alegria dos que estavam com Jesus contagiou os moradores de Naim de tal forma que eles glorificavam a Deus e se enchiam de temor pelo que eles viram. Aquele cortejo voltou para a cidade Agradável, totalmente Agradável.

            E eu quero, em nome do Senhor Jesus, desafiar a cada um que está aqui nesta manhã, em um ato de coragem e fé, colocar tudo o que está dentro do seu coração, na sua vida, no seu casamento, no seu relacionamento de pai e filho, em seu noivado, seu namoro, no seu relacionamento com Deus, seus sonhos e planos, tudo, tudo o que esta morto em sua vida, que você coloque sobre um caixão.

Não se importe em tocar no caixão e no que está morto. Você pode tocar, e caminhar para a estrada, pois o Salvador está te esperando, para falar para você: “Não chore!”, para operar o milagre em sua vida, para fazer reviver o que está morto, para purificar tudo o que está impuro. Para fazer você voltar com a sua Naim restaurada. Jesus está a sua espera.


Seminarista Thiago Pereira

sábado, 1 de janeiro de 2011

Carregando um peso de Glória.

E constrangeram certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.
Marcos 15.21
*    Palavra
Ø  Jesus aqui está próximo de sua crucificação. Nesse momento da história de Jesus encontramos um homem no limite do físico humano. Jesus havia passado por um julgamento terrível e cruel, tendo sido preso a noite, ou seja, às escondidas, Jesus já está sem poder se alimentar, passa a noite toda sendo julgado, durante o dia sendo levado a Pilatos, a Herodes, retorna a Pilatos deste vai aos soldados que escarnecem d’Ele e o maltratam. Quero lembrar que Jesus foi primeiro condenado a ser açoitado. Paulo nos conta que recebeu 40 açoites menos um (2 Coríntios 11.24) era costume, segundo a lei dos Judeus, açoitar com apenas 40 açoites (Deuteronômio 25.1 – 3), ou seja dar quarenta menos um dizia que este receberia muitas vezes o mesmo castigo. Jesus, contudo fora açoitado por Romanos que não tinham limites para açoitar. Os romanos usavam um instrumento formado de um cabo curto de madeira, com duas ou três tiras de couro de 50 cm tendo nas pontas bolas de chumbo, no geral, que feriam mais facilmente a carne de quem sofria o açoite. Não bastassem todos esses flagelos, Jesus é obrigado a carregar uma Cruz que não fora feita para ele, Barrabás seria ser Crucificado e por costume de soltar um prisioneiro Pilatos oferece ao povo soltar a Jesus ou a Barrabás que já estava condenado, mas o povo pede que Jesus fosse condenado a Cruz no lugar de Barrabás, portanto, a Cruz que Jesus carregou não era d’Ele desde o princípio. É importante entender o que estamos observando neste momento, porque, a imagem que nos salta aos olhos é de um homem tão humilhado e flagelado a ponto de não conseguir manter – se em pé, eu posso crer dessa maneira e conjecturar visto a tudo o que passara Jesus. Nesse momento entra em nossa história um dos homens mais privilegiados que podemos encontrar um homem chamado Simão, o cireneu.
Ø  Cirene era uma aldeia Grega na costa setentrional da África chamada também de Barka e / ou Cirenaica que desde o ano 75 a.C. pertencia a Roma como província. Esta cidade ficava a mais ou menos 27 km do mar e a 610 metros de altitude. Muitos Judeus haviam se deslocado para lá durante o período de domínio Romano surgindo então os Judeus Cireneus como este Simão.
Simão havia voltado para Jerusalém e se instalado na cidade pelo que entendemos do texto visto que ele vinha do campo e são relatados seus filhos, ou seja, Simão que provavelmente se deslocou para Cirene em algum momento, volta no tempo de encontrar – se com Jesus, o Messias no caminho da Cruz.
Ø  É relevante entender como devemos nos encontrar com Jesus, esperamos ter ao encontrar com Jesus um estado de alegria plena porque Ele atende nossas expectativas pessoais; afinal este é o Jesus que faz milagres, que multiplica, que traz a fartura e alegria aos  lares, que ressuscita os mortos. Contudo, todo o tempo o caminho que buscamos para encontrar Jesus nos levaria ao mesmo ponto de Simão, a saber, o caminho da Cruz. Simão poderia estar na cidade por conta da festa e o que ele encontra é uma festa diferente, a Páscoa do Judeu, símbolo de liberdade se tornara um grande circo a céu aberto, uma grande demonstração da ausência que aquele povo tinha do Deus Todo – Poderoso.
Ø  O Texto diz que os soldados constrangeram a Simão que carregasse a Cruz para Jesus, isso reforça o que entendemos sobre os estado físico de Jesus neste momento. Havia entre os Romanos uma frase ou jargão que dizia: “ROMA CONSTRANGE”, ao ouvir isto dito por um soldado era como uma ordem a servir Roma. O texto diz que Simão foi constrangido ou obrigado a carregar a Cruz de Jesus. O que precisamos entender neste texto é a soberania de Deus quanto à escolha de Simão. Jesus anteriormente disse a Pilatos que ele não teria poder sobre Jesus caso o Pai não o quisesse (João 19.10 – 11) e também disse a seus discípulos que Ele os havia escolhido. Simão entra para história por ajudar a carregar a Cruz de Jesus por ter sido constrangido por Roma, eu gostaria que compreendêssemos que Simão entra na história porque Deus o escolheu para participar da glória de Jesus, pois na Cruz, Jesus manifestou – se em Glória (Colossenses 2.15).
Ø  O que nos cega muitas vezes é que desejamos participar da Glória de Jesus apenas, assim como os Judeus esperavam apenas um redentor que os libertasse da opressão sem esperar pelo Messias que Ele devia primeiro sofrer, não esperamos ter que com ele padecer aflições para então com Ele sermos glorificados (Romanos 8.18). É fundamental entender que para se experimentar um peso de Glória é necessário primeiro desfrutar de um peso de Cruz (2Coríntios 4.17).
Ø  O peso de Cruz nos faz entender que por Cristo somos manifestados em morte para podermos desfrutar de vida (2Coríntios 5.14 – 15) e são nessas aflições que nos alegramos (1Pedro 4.13).
Ø O entendimento da participação de Simão na vida de Jesus é que ele primeiro precisava encontrar – se com a Cruz, entrar no caminho que levava a Cruz, o caminho de volta e a partir daí, seguir para o caminho da Glória.
Ø  Encerrar com 2Coríntios  3.9 – 11
“O peso de Cruz é Transitório, o peso de Glória é Eterno.

Pr. Rodrigo de Almeida